Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Soluções para a produtividade e segurança rodoviária

Andamos todos às voltas com a segurança rodoviária, com a falta de produtividade e outros, e as soluções tão à nossa frente (deles, subentenda-se, que é para isso que lá estão... os políticos... ou talvez não!...)...

 

Solução 1 - fazer divergir o tráfego de pesados para as auto-estradas, libertando as estradas nacionais dos veículos que pela sua dificuldade de movimentação, reduzem os tempos de circulação de todos. Pesados a circular a velocidades estáveis, provavelmente consomem menos, demoram menos tempo a chegar ao destino, e isso reflectir-se-á no preço final dos produtos. Essa mudança seria com custos reduzidos, pois o prejuizo voltaria em forma de produtos mais baratos e menos consumo de combustível.

 

Solução 2 - Projectar as estradas e auto-estradas utilizando o factor de projecção futura de tráfego, sendo de raiz mais largas, e com mais faixas de rodagem, reduzindo os custos com infraestruturas (sai mais barato do que meia dúzia de anos depois alargar ou construir mais faixas pois tem de se deslocar outra vez recursos humanos e materiais, sem falar nos custos de concurso e projectos!).

 

Solução 3 - utilizar as antenas de retransmissão que estão espalhadas pelo país e utilizá-las para controlo de velocidade e não controlar dados pessoais. Os carros teriam um chip electrónico associado à gestão do motor inviolável, que em cada zona e de acordo com a velocidade, reduziria o fluxo de combustível e de rotação dos motores, impedindo o excesso de velocidade.

 

Claro que isto trará "prejuízos para alguns, especialmente os dos empreiteiros de obras públicas e que vivem destes expedientes, mas o que importa é o país e o nosso dinheiro.

 

A polícia serviria assim para protecção e não para caça à multa tipo os bandidos "emboscados", gastar-se-ia menos em radares e acidentes, as estradas durariam mais porque haveria menos desgaste, e os cidadãos poupavam mais porque não pagavam multas e redireccionavam o dinheiro para a economia real.

 

Solução 4 - Fazer com que todos quantos dependessem do estado utilizassem o transporte público de forma gratuita (eles já circulam quer eles lá estejam ou não!). Professores e demais, caso houvesse transporte público, deveriam ser obrigados, no desempenho das suas funções, a utilizar estes meios de transporte, quisessem ou não. Assim, pela diminuição das despesas pessoais, haveria mais dinheiro na economia real, diminuir-se-ia a poluição associada ao elevado número de carros, diminuia-se a densidade de tráfego que aumenta os tempos de viagem e de stress, poupava-se em combustíveis, tão vitais e caros ao país, melhorava-se a qualidade de vida de todos e a alegria colectiva porque se utilizava aquilo que já todos pagamos com os nossos impostos (sim, acreditem que as empresas de transportes públicos privadas ou não, recebem subsídios caso não consigam ter lucros!). 

 

Fala-se tanto de falta de ideias... comentem estas, então!


publicado por Pedro Santos às 16:19
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