Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

Um pensamento sobre o subsídio de desemprego

Porque é que os trabalhadores não sabem sempre a qualquer momento, quanto é o seu fundo total de desemprego?

Por exemplo, quando se começa a trabalhar, findo o período de trabalho que dá direito a desemprego, fica em carteira um valor caso fique desempregado.

A cada mês que trabalha, o trabalhador soma valor ao bolo que lhe é devido, isto é, quanto mais trabalhar maior é o seu bolo de subsídio de desemprego.

No início o bolo cresceria mais porque em caso de desemprego teria de ter um valor socialmente aceitável, mas diminuiria o aumento mensal do montante em carteira para o desemprego, mas sempre com o trabalhador a saber quanto tinha acumulado.

Nesta solução, o trabalhador não teria teto ao número de meses de desemprego, teria era acesso a um bolo/fundo do estado criado por si próprio.

Quando estivesse em situação de desemprego, sabendo quanto tinha no seu fundo pessoal, poderia optar por prestações mensais maiores (até um valor estipulado máximo) ou prestações menores que lhe dariam mais meses de apoio.

Sendo um fundo que, enquanto se trabalha, cresce menos quanto mais meses de trabalho se tenha, não interessará ao trabalhador gastar muitos meses de desemprego porque rapidamente desce o valor mas depois custará mais meses para subir de novo.

Desta forma, o trabalhador, quando desempregado, sabe de antemão quanto tem para viver no desemprego, e como pode orientar o seu futuro no desemprego sem andar à espera de decisões de recomeço ou novo subsídio, de enganos dos funcionários, de indeferimentos e pedidos de reposições de verbas porque o que o trabalhador gastou a si mesmo tirou do seu futuro.

É só um brainstorming.


publicado por Pedro Santos às 20:14
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