Domingo, 23 de Setembro de 2007

A Última Salvação - Caminho Conjunto!

 

Eu sonho... acredito piamente nisso, mesmo não me recordando disso quando acordo, porque as ideias surgem-me assim do nada.

 

 

Para mim a resolução dos problemas das classes profissionais nobres (e não entendam nobres como uma forma de diminuição das restantes!) como Médicos (garantir a saúde), Juízes (garantir que a justiça é feita) e os Professores (ensinar e preparar para a vida) passa por uma união entre elas. As três em separado não reúnem as forças suficientes para se auto - preservarem. Claro que os médicos, pelo seu status e reduzido número,  são os que mais possibilidades têm de resistir sozinhos  (o que pode acontecer é não piorar, melhorar não acontecerá de certeza!).

 

 Médicos, Juízes e Professores juntos seriam uma força imparável, mesmo com as limitações que o exercício da profissão de cada um impõe. Não uma força de bloqueio mas uma força de mudança. Os Professores há muito que se queixam de inconstitucionalidades em Decretos-lei, Despachos, Ofícios e Avisos de Abertura. São públicas as queixas dos respectivos Sindicatos. Perante este cenário, os juízes poderiam dar atenção de uma forma pronta e não esperar que uma queixa formal seja apresentada. A necessidade de justiça não existe só quando alguém apresenta queixa (e todos sabemos que muitos não podem apresentar queixa porque não têm capacidade económica, medo de represálias, …), ela deve ser sempre presente. Mas actuar assim poderia representar que uns estariam em vantagem em relação a outros. À 1ª vista sim, mas se se resolvessem alguns problemas, a possibilidade de certas pessoas (sim pessoas, pois as instituições públicas, leia-se Ministérios, são pessoas!) criarem e implementarem medidas que prejudicassem outros cidadãos seria tomada em consideração, ao mesmo tempo que esses mesmos cidadãos veriam que a justiça chegava a todos. Desta forma, os cidadãos passariam a acreditar que era possível fazer justiça sem que se personalizasse uma queixa.

 

Os médicos, pelo mesmo princípio dos Professores, veriam algumas decisões ser revogadas em Tribunal, como aconteceu num SAP que agora o MS veio considerar que era melhor deixar aberto (pudera, mandaram-lhes fazer isso!).

 

Pode parecer, então, que os Juízes não precisam de ninguém, é verdade, mas não é verdade, pois para proteger as suas posições, a força dos números é fundamental, e é aqui que entram os números proporcionados por Professores e Médicos.

 

Por isso, para que as mudanças sejam feitas em prol dos cidadãos, com uma participação activa das classes profissionais citadas, acho que devem ser estas a “organizar”, preparar e elaborar os destinos de um país. Como se processa esta “organização”? Aos políticos cabe elaborar pensamentos e filosofias, aos técnicos no terreno a elaboração dos textos que giram essas políticas. Quando são políticos, mesmo que Professores, Médicos e Juízes (ou ex-juízes, porque penso que não podem exercer esse cargo em simultâneo…) nunca têm uma perspectiva impessoal, é sempre partidarista, mesmo que inconscientemente.

 

Assim surgem as pessoas como números, elementos impessoais num jogo de xadrez, onde não custa decidir pois número é número!

 

Pois bem, as pessoas não são números, as pessoas existem, vão ao tribunal pedir justiça (ou gostariam de ir!...), vão aos hospitais e Centros de saúde à procura de resolução para a sua incapacidade (ou gostariam de ir!...) e vão às escolas à procura de saber e conhecimento (vão, mas não obtêm, porque muitas vezes não respeitam o trabalho dos professores, mesmo os que não batem e insultam!...).

 

Será que o meu sonho será um dia concretizado?


publicado por Pedro Santos às 15:46
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