Sábado, 20 de Outubro de 2007

Quem somos

Ele veio me ver

E ficou para se rever

Ainda miúdo eu era

E adulto tive de ser.

Bem me diziam

“és mais velho do que és”

Pudera, possuído estava

Por esse alguém

Que de mim gostava

E viera me ver.

Agora sei o que sou,

Agora sei o que virei a ser,

O embrião da revolta,

A cabeça do monstro da mudança.

Estou destinado,

Aos vinte e quatro sou começado,

Na sua morte eu fui gerado,

Eu sou o seu braço direito,

Vivo e carregado de pecado.

Carrego a sua maldição,

Também sua benção,

De ser igual a tantos outros

E ser diferente de outros tantos mais.

É bom e mau,

Herói e vilão,

Consoante a mente

Consoante a oração.

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publicado por Pedro Santos às 13:32
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